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Combate à depressão sem remédios
Pesquisas revelam que a atividade física e a terapia que usa estimulação magnética do cérebro são eficazes contra a doença
Por CILENE PEREIRA
APLICAÇÃO Ondas magnéticas equilibram o funcionamento de área especial do cérebro
Além das Pílulas
Há uma regra na medicina segundo a qual quanto menos remédio for necessário para tratar uma doença, melhor. Na última semana, foram divulgadas duas boas notícias nesse sentido no que diz respeito à depressão, doença que atinge cerca de 121 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde. A primeira foi o anúncio do resultado de um grande estudo que comprovou a eficácia da estimulação magnética transcraniana (EMT) no controle da enfermidade. A técnica usa ondas magnéticas para estimular o cérebro a reagir contra o mal. A outra novidade é uma pesquisa mostrando que a atividade física também pode promover um efeito antidepressivo significativo.
O efeito da EMT era mais conhecido. O método é usado contra a doença há alguns anos, principalmente contra casos graves, mas vem sendo alvo de mais investigações por causa de seu potencial promissor. A técnica se baseia na aplicação de ondas magnéticas em uma região do cérebro conhecida como córtex dorsolateral pré-frontal esquerdo.
Nos pacientes com depressão, essa área apresenta atividade abaixo do normal. A estimulação magnética reverte essa situação, provocando uma cascata de reações que contribuem para o equilíbrio da produção de substâncias cujas alterações estão associadas à doença. O campo magnético é aplicado por meio de um aparelho especial capaz de emitir ondas extremamente potentes.
O trabalho, publicado no jornal científico Biological Psychiatry, comprova a eficiência do método. Os pesquisadores, coordenados por John Reardon, da Universidade da Pensilvânia (EUA), acompanharam a reação de 301 pacientes que não haviam respondido bem aos antidepressivos e que se encontravam sem medicação. Após seis semanas de tratamento, eles apresentaram melhora importante. "O resultado confirma que a terapia é uma opção atraente para aqueles que não tiveram boa resposta às terapias convencionais", afirmou John Krystal, editor do Biological Psychiatry.
No Brasil, a experiência do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo com a técnica aponta no mesmo sentido. "Ela pode ser indicada quando o doente não responde à medicação ou sofre com os efeitos colaterais", explica o psiquiatra Marco Antonio Marcolin, um dos estudiosos brasileiros mais entendidos no tema. Entre os efeitos colaterais estão a ansiedade e alteração de peso. Outra indicação é nas situações nas quais o paciente passa por uma crise muito séria. Em um trabalho conduzido pelo grupo de Marcolin, ficou demonstrado que, nessas situações, o método dá uma ajuda fenomenal quando associado a uma medicação. Normalmente, os antidepressivos levam de três a oito semanas para produzir os primeiros sinais de melhora. Quando a EMT foi adicionada, os doentes reagiram logo nos primeiros sete dias.
O trabalho que revela o efeito antidepressivo da atividade física - e aponta uma possível explicação para esse benefício - foi publicado na revista Nature, uma das mais importantes do mundo. Realizada na Universidade de Yale (EUA), a pesquisa demonstrou, em animais, que o exercício estimula a atividade de genes associados à produção de substâncias conhecidas como fator de crescimento neural (VGF, da sigla em inglês). São proteínas importantes para o desenvolvimento e manutenção do bom funcionamento de neurônios. Após essa constatação, eles infundiram nas cobaias versões sintéticas de VGF e verificaram um "robusto efeito antidepressivo", conforme relatado no estudo. "O mais importante é que identificamos o fator-chave que produz esse efeito", explicou Ronald Duman, coordenador do estudo. "Essa informação servirá para criar diferentes agentes terapêuticos", completou. De fato, o que intrigava os cientistas era desvendar como a atividade física proporcionava um antídoto natural contra a depressão. A descoberta do papel dos VGFs entusiasma porque abre um caminho de novas possibilidades de tratamento - e isso é muito importante porque hoje se sabe que as drogas funcionam em cerca de 65% dos casos. O restante ainda necessita de outras alternativas. Mas, como se vê a partir dessas pesquisas, elas começam a surgir.
A PERIGOSA RELAÇÃO ENTRE DEPRESSÃO E DIABETE
Depressão e diabete são duas doenças graves. Quando ocorrem simultaneamente, podem significar um desastre. Em geral, o diabético portador de depressão deixa de tomar os cuidados necessários, o que agrava sua situação. Mas um trabalho realizado pela Universidade da Pensilvânia (EUA) com 123 pacientes com diabete e depressão mostra que é possível evitar problemas. Os doentes que receberam atenção intensiva para as duas doenças tiveram menor risco de morte do que aqueles que não contaram com o apoio contra a depressão. "O controle da doença ajuda o paciente a cuidar da diabete", afirma Hillary Bogner, coordenadora do estudo.
Fonte: http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/1990/artigo68748-1.htm
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Segundo pesquisas da Universidade de Wisconsin, Madison, nos EUA, a utilização de estimulaçã magnética no lado direito do cérebro por 45 minutos é capaz de induzir o organismo ao estado de sono REM, comuns nas noites bem dormidas.
O efeito também comprovou benefícios diretos contra a DEPRESSÃO e o T.O.C. Transtorno Obsessivo Compulsivo.
Este estudo pode ser conferido na Revista Saúde é Vital, de outubro de 2007 e também no site da Universidade de Wisconsin: http://www.news.wisc.edu/13733
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criado por Ildefonso Santos - O Homem do Colchão Terapêutico
15:31:25Aquecimento global aumenta risco de pedras nos rins, diz estudo
Um estudo realizado por cientistas americanos sugere que a elevação nas temperaturas globais pode causar um aumento no número de pessoas afetadas por cálculo renal.
Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, o aquecimento global poderia intensificar a desidratação, considerado um dos principais fatores de risco do cálculo renal.
Os pesquisadores estimam que, até 2050, o aumento nas temperaturas poderá causar um acréscimo de 30% nos casos de pessoas que sofrem de pedras nos rins – ou seja, entre 1,6 milhões e 2,2 milhões de novos casos de cálculo renal.
'Esse estudo é um dos primeiros exemplos do aquecimento global causando uma conseqüência direta à saúde de seres humanos', afirmou Margaret Pearle, que liderou o estudo.
De acordo com os pesquisadores, o aumento no número de casos de pedras nos rins ampliaria uma área dos Estados Unidos conhecida como o 'cinturão do cálculo renal' – área do país onde as temperaturas são mais elevadas e que compreende os Estados do Alabama, Arkansas, Flórida, Geórgia, Louisiana, Mississipi, Carolina do Norte, Carolina do Sul e Tennessee.
Temperatura
O cálculo renal, ou nefrolitíase, é uma doença comum. As pedras nos rins, que são cristais formados por minerais dissolvidos na urina, podem ser causadas por problemas ambientais ou pelo metabolismo.
O baixo volume de urina aumenta diretamente o risco de pedras nos rins por causa do aumento da concentração de sais que formam os cristais. Isso pode decorrer da pouca quantidade de líquidos ingeridos pelo paciente ou pela perda de água causada pela desidratação.
Os pesquisadores ressaltam que há uma variação geográfica nos casos de cálculo renal que já foi atribuída às diferenças regionais de temperatura.
'Quando as pessoas são relocadas de áreas onde as temperaturas são moderadas para regiões de clima mais quente, foi observado um aumento repentino nos casos de pedras nos rins. Isso foi demonstrado, por exemplo, em alguns casos de militares que foram enviados ao Oriente Médio', explicou Pearle.
Para prever as alterações nas temperaturas, os pesquisadores usaram modelos de aquecimento global do relatório de avaliação de 2007 do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês). O documento prevê o aumento das temperaturas com base nas previsões das emissões de gases poluentes.
A equipe analisou dois estudos que observaram casos de cálculo renal em várias regiões geográficas e fizeram uma relação entre os casos regionais e o aumento na temperatura média local.
A partir dessa relação, os cientistas puderam derivar dois modelos que relacionam as temperaturas com o risco de cálculo renal.
Os dois modelos indicam que o aquecimento global irá provocar uma expansão no atual cinturão do cálculo renal, mas sugerem diferenças no tamanho exato da expansão e o local das mudanças.
De acordo com um dos modelos, o impacto do aquecimento global nos casos de cálculo renal será não-uniforme e concentrado na metade sul do país, enquanto o outro sugere um aumento na porção norte do Centro Oeste americano.
Considerando a previsão de aumento populacional nessas áreas, o estudo estima que a elevação nas temperaturas pode causar até 2,2 milhões de novos casos da doença.
Custos
Segundo os pesquisadores, o número de novos casos pode significar um aumento de até US$1 bilhão (R$1,6 bi) no custo anual do tratamento da doença até 2050, o que representa um valor entre 10% e 20% maior do que as estimativas atuais.
'Obviamente, esse acréscimo é um problema, se considerarmos os custos associados ao tratamento de pedras nos rins', disse Yair Lotan, que participou do estudo.
Os cientistas indicam ainda que as mudanças na incidência do cálculo renal podem ser esperadas em outros 'cinturões' ao redor do mundo.
Fonte
http://www.bbc.co.uk
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Trata-se do IMANTADOR DE LÍQUIDOS, que é um porta-copos com poderosos magnetos dosados para imantar os líquidos.
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14:56:03Para ver o comercial do Banco Real com Ildefonso Santos, Diretor da cia do Sono, basta clicar no seguinte endereço:
http://www.youtube.com/v/zb5ie8vZ-5U
Este comercial fala da trajetória de sucesso de Ildefonso Santos, que foi cliente da Cia do Sono e com o resultado positivo do uso do colchão, tornou-se revendedor, distribuidor e por fim, sócio da Empresa. Um case de sucesso selecionado pelo Banco Real para estrelar seu comercial, chamado de porta-retrato e ilustrado com maestria pela Agência Lew´Lara e a produtora Ioio Filmes.
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criado por Ildefonso Santos - O Homem do Colchão Terapêutico
23:01:43Quando você sabe que está na hora de trocar seu colchão?
Todos temos o costume de não nos desfazermos de alguns objetos: chinelos, aquelas velhas sandálias ou o confortável paletó azul.
É uma realidade que todos os bens vão tendo sua qualidade diminuída com o uso e o passar dos anos; um colchão, inevitavelmente, também. Como é difícil lembrar quando mudamos a última vez de colchão, sugerimos realizar o seguinte questionário, uma vez por ano, para garantir um correto descanso:
Verifique a garantia de seu colchão. Interprete a garantia como validade. Todo colchão que expira sua garantia se pode entender que está sujeito a perder suas propriedades físicas.
Portanto, um bom parâmetro para saber a hora de trocar é quando sua garantia está vencida!
Entretanto, muitas vezes, em colchões convencionais, a validade do colchão, ortopedia e conforto acabam bem antes de sua "garantia"...
Portanto, preste atenção em alguns detalhes importantes:
= A cobertura de seu colchão está suja, descolorida ou rasgada?
= A superfície de seu colchão está desnivelada?
= Há depressões nos perímetros ou nos lugares onde você senta regularmente?
= Há algum desnível ou depressão em sua cama ou no box spring (lugar de apoio de seu colchão)?
= Sente seu colchão confortável em alguns lugares, porém não em outros?
= Quando voce se move sobre seu colchão, sente a base onde está apoiado?
= Quando se move sua cama oscila ou cambaleia? Ouve ruídos?
= Você e seu/sua companheiro(a) rolam um em direção ao outro?
= Você fica lutando por espaço para sentir-se mais confortável?
= Quando você estende a roupa de cama, sente que há o molde do seu corpo e do companheiro no colchão?
= Sentir-se-ia incomodado caso tivesse que mostrar seu colchão a um familiar, amigo ou vizinho?
Estas são pequenas verificações que podem fazer você perceber a hora de trocar o seu colchão... Afinal, segundo o INER (Insitituto Nacional do Estudo do Repouso) fez pesquisa que comprova que 90% da população utiliza colchões vencidos atualmente...
E se você respondeu SIM para uma ou mais destas questões, certamente está na hora de investir em um novo colchão... E nesse ponto, é fundamental que a pesquisa seja boa!
Por isso, encaminho um link que informa sobre o Colchão recomendado pela Revista Veja, como o melhor para dormir bem e também o que reúne mais qualidade, tecnologia e durabilidade:
A edição da Revista Veja de 04/06/08 em matéria PARA DORMIR MELHOR, indicou o Colchão Ortopédico Terapêutico Cia do Sono como sendo o melhor do Brasil.
http://veja.abril.com.br/040608/p_180.shtml
Além disso, o Fantástico fez uma matéria muito importante sobre colchões, em que 9 marcas foram reprovadas em testes do INMETRO, na edição do dia 29/06/08, que você pode acompanhar pelo link:
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico/0,,AA1684154-4005,00.html
Veja também o site: http://sonoesaude.blog.terra.com.br,
com mais informações sobre SONO, SAÚDE, COLUNA, COLCHÃO ORTOPÉDICO, COLCHÃO MAGNÉTICO, COLCHÃO IDEAL, INSÔNIA, e assuntos sobre melhor qualidade de vida!
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19:55:08Está no ar, na Rede Globo, o novo comercial do Banco Real, que conta a trajetória profissional de Ildefonso Santos, cliente do Banco Real e Diretor da Cia do Sono, fábrica de colchões e travesseiros com magnetos e infravermelho longo.
O comercial, criação da Agência Lew'Lara e produzido pela IoIo Filmes foi gravado em São Paulo na terça, dia 01/08/08.
O ambiente foi montado com 2700 porta-retratos, com fotos reais de Ildefonso Santos desde sua infância, humilde, na cidade de Uruguaiana/RS, passando pela adolescência em Porto Alegre e chegando na fase atual, casado com Rosane Fraga e com uma filha, Isabella, de 7 anos.
No comercial, Ildefonso Santos aparece sentado, rodeado pelos porta-retratos e com a câmera filmando de cima. Logo em seguida a câmera foca o rosto de Ildefonso que fala:
"Um colchão mudou a minha vida!"
Em seguida, enquanto a câmera percorre as centenas de porta-retratos, Ildefonso continua falando:
"minha mulher tinha problemas de coluna e a gente precisava trocar o nosso colchão por um colchão especial. E eu peguei um crédito para isso".
De fato, em 1999, quando Ildefonso e Rosane estavam advogando em seu escritório em Porto Alegre/RS, Rosane começou a sofrer terríveis dores nas costas, o que a levou a tomar remédios - Voltaren, por exemplo - fazer massagens e eventulamente aplicar algumas injeções em sua coluna. Em princípio, achamos que era em função do salto alto e dos processos pesados que ela carregava diariamente.
Mas uma consulta médica fez com que víssemos que nosso colchão, rígido ao extremo, poderia ser o vilão.
Ao perguntar ao médico qual o colchão que ele indicava, recebemos como resposta que era o colchão da Cia do Sono. E fomos atrás da fábrica para comprar o produto.
Logo recebemos a visita em nossa residência do casal Luiz Carlos e Silvana Gaubert (http://www.ciadosono.com.br/luiscarlosb.swf), que nos apresentaram os produtos da Cia do Sono e venderam o primeiro colchão terapêutico, ortopédico e magnético da empresa.
Na época, tivemos que fazer a compra de forma bem parcelada, pois estávamos realmente com dificuldades financeiras. E essa foi uma das frases do comercial:
"E eu fiz um crédito para isso".
E foi impressionante a melhora de Rosane. Em apenas uma semana já não usávamos mais as bolsas de água quente e os pequenos massageadores elétricos que aliviavam um pouco da dor que era constante, nas noites do casal.
Com a melhora, começamos a divulgar para amigos e familiares os benefícios dos produtos... a tal ponto que merecemos o convite do casal Luiz e Silvana, então Distribuidores da Cia do Sono, para nos tornarmos Revendedores da empresa. O que foi aceito, inclusive como forma de melhorarmos nossa renda e ajudar a pagar o investimento feito.
Em apenas 4,5 meses, vendemos o equivalente a 160 colchões de casal da Cia do Sono, de forma direta, um a um... e conquistamos uma Distribuição da Empresa, em Agosto/99.
A Distribuição Saga Brasil começava então a levar mais saúde e qualidade de vida para as pessoas...
Convicto dos benefícios dos produtos da Cia do Sono, Ildefonso Santos expandiu sua Distribuição para várias cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Neste período, formou 4 novas distribuições para a Cia do Sono.
Até que em 2001, em companhia da Diretora da Empresa, Lúcia Helena Pedroso, foi até Brasiília para dar treinamento para uma equipe que estava começando o trabalho da Cia do Sono no Distrito Federal.
Gostou tanto da cidade que não retornou para o Rio GRande do Sul, com sua Diretora. Começou o trabalho em Brasília e já montou residência e escritório no privilegiado bairro Lago Sul. Lá permaneceu com sua família por 3 maravilhosos anos, construindo novas Distribuições para a empresa. Foi também no DF que Ildefonso começou sua história com o Banco Real, abrindo suas contas física e jurídica com a instituição.
O próximo passo seria estender aos clientes da Cia do Sono, primeiramente em Brasília e logo para todas as Distribuições no Brasil, os benefícios do CDC do Aymoré Financiamentos (do grupo do Banco Real), para aquisição dos produtos da Cia do Sono.
Isso alavancou as vendas da Cia do Sono no Brasil e fortaleceu ainda mais o relacionamento de Ildefonso com o Banco Real.
(...) continua

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18:36:58